sábado, 29 de novembro de 2014

Primeiros contatos

No começo do componente de Linguagem, Território e Sociedade foi proposto levar algo que nos represente.
Logo pensei em levar meu diário. Um lugar onde escrevo meus sentimentos, meus pensamentos, meus desenhos. Nada pode me definir melhor do que um caderno onde escrevo como estou todos os dias.
Uma poesia minha:
Ceifadora dos sonhos

Eu sinto falta de mim.
Sinto falta de você e parece que você longe,
Eu não sei nada de mim.
Eu sou lava,
Queimo teus pés e te berro:
Vem!
Virou quadrupede e correu,
Quem mais poderia amar criatura tão mascada.
Estou ardendo no veneno dos insetos.
Eu nem ao menos me possuo.
Faca serrada na garganta errada...
Quem estou enganando?
Se falasse de mim, acabaria no lixo.
Possuidora de grandes erros,
Eu não sou mais nada.
Eu quero gritar, 
Mas sussurro mentiras.
Não escovo os dentes depois de falar,
Elas deixam o sabor amargo, faço questão de não lavar.
Sua saudade é real.
Rapaz solúvel, não engula o chá.
O café está sem açúcar.
Sou alérgica aos toques falsos de sua voz,
Me desculpa pela irritação na coxa, 
Mas a culpa é toda sua.
Nua. Crua. Tua. Lua.
Não sou estrela, ou mar.
Lua.
Ilustre a minha folha em branco.
Alva, crava a clava em mim e vá.
Passou, hoje te conto histórias sem fim.



Vimos então um documentário chamado Língua: Vidas em português. Onde pessoas que vivem em outros países, que têm como língua o o português, falam sobre suas experiências com o idioma e, até, sua paixão.
Falamos as formas de texto, lemos um texto em conjunto e discutimos sobre a importância do português em nossas vidas.